Usos e Costumes

quinta-feira, 20 de agosto de 2015


Usos e costumes é um tema sempre oportuno, isso se dá pelo simples fato de que uma geração substitui a outra sistematicamente. Isso ocorrendo, abrem-se duas vertentes, a primeira: a nova geração que surge busca algo inédito para o seu momento, por isso, o homem saiu da idade média e entrou na modernidade, deixou de usar lampião para utilizar a eletricidade, deixou de ser conduzido em carroça puxada por animais, para usufruir dos potentes motores à gasolina. A segunda questão é o embate que se dá entre gerações [por tradicionalismo da geração mais antiga e/ou ímpeto da nova geração], de um lado jovens sequiosos por conhecer, inovar, surpreender; do outro, pessoas maduras, com medo das consequências que as novidades poderão trazer. No entanto, quando a geração anterior partir, sair de cena, a nova geração tornar-se-á a geração antiga e consequentemente surgirá uma nova geração, e tal fenômeno ocorre novamente, quem era o novo, torna-se o antigo e tem pela frente uma nova geração de “atrevidos” descobridores impetuosos. Isso me traz à memória um pensamento antigo, que dizia: “Quando eu era jovem, queria mudar o mundo, mas, agora que sou adulto, quero mudar os jovens!”

Como sou nascido e criado dentro do evangelho, e hoje, posso dizer que vi, e ainda vejo os costumes mudarem continuamente, e os embates que isso provoca entre gerações. Quando ainda garoto, lembro-me de um amigo da família, chamado Jovam, que foi a minha casa a pedido das minhas irmãs mais velhas, intercederem por elas junto ao meu pai para que elas pudessem usar algo que naquela época era um escândalo, estou falando de uma simples calça cumprida. E minha pobre mãe, como mulher de pastor, era-lhe imposta à regra de usar vestidos com mangas 3/4, ou seja, quase no pulso! Ainda hoje, encontro algumas irmãs que pressionavam minha mãe passando alegremente nas ruas com suas blusinhas de alcinha... 

As mesmas gerações que choravam por não poder usar um brinco nem passar batom, hoje põem os dedos julgadores nas meninas pelo atrevimento delas, de pintarem os olhos e usarem piercings! Tento inutilmente entender qual a diferença entre brinco e piercing, ou entre pintar os olhos com lápis e usar batom. Na evolução dos costumes, a geração que conquistou o direito de usar calça cumprida, levantou–se contra o uso do batom e dos brincos, mas a geração brinquinho e batom foi vencedora e levantou a bandeira da modernidade e contra a caretice! No entanto, teve pela frente a geração dos olhinhos pintados e trecos pendurados no nariz e aí ela que se tornou careta! A história não acaba aqui, vai perpetuar até Jesus voltar pois não demora muito, e surgirá uma nova geração com suas “esquisitices” e quem se levantará contra ela? Um doce para quem disse: a geração olhinho pintado e piercing no nariz!

David Nepomuceno
Fonte de Vida

A Armadura de Deus

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Em I Cronicas 12:1-8, lemos a respeito dos amigos de Davi, focando que todos tinham o conhecimento dos armamentos de guerra ao ponto de usarem as duas mãos, eram ágeis e sabiam usar praticamente todos os instrumentos utilizados nas guerras daquela época:

Estes, porém, são os que vieram a Davi, a Ziclague, estando ele ainda escondido, por causa de Saul, filho de Quis; e eram dos valentes que o ajudaram na guerra.
Estavam armados de arco, e usavam tanto da mão direita como da esquerda em atirar pedras e em atirar flechas com o arco; eram dos irmãos de Saul, benjamitas.
1 Crônicas 12:1,2.

Já em Efésios, lemos: "Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; Efésios 6:13-17.

Associando esses dois textos, entendemos o quanto é importante sabermos usar tanto os instrumentos de ataque quanto os de defesa (na área espiritual). Devemos saber manejar bem a espada da verdade (que é a Palavra), e estarmos firmes para que o nosso escudo (a fé) nos proteja. Ainda sobre a espada, a Palavra, o Pr. Adilson Monedeiro certa vez disse que precisamos saber usá-la, pois se não soubermos, podemos nos ferir com ela, da mesma forma que uma espada comum. Se uma pessoa não souber usar, pode se ferir.


A Palavra pode nos ferir quando não temos o hábito de ler e é preciso falar alguma coisa, muitas vezes acabamos falando algo errado por falta de preparo correto, ou ainda podem usá-la contra nós mesmos.

Então, além de saber manusear bem os instrumentos de ataque, também é preciso se revestir da defesa espiritual, estando preparados para as batalhas.

Marcela Cardoso
Creio No Amanhã