A Triunidade de Deus

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O que é a Triunidade de Deus? Uso a expressão triunidade por achar que esta é a mais adequada e mais fiel ao sentido que ela expressa. A palavra trindade significa: "grupo de três pessoas ou coisas semelhantes; trio". Já a palavra triunidade é a junção de tri (três) e unidade, ou seja, uma unidade em três! Então, por esse sentido, prefiro usar a expressão Triunidade, ao invés de Trindade, embora ambas representem a mesma coisa.

Deus Pai: Conhecido também como Jah, Yaweh, Jeová, Pai, e outros.
É o principal agente criador.

Deus Filho: Conhecido também como Jesus, Yeshua, Senhor, e outros.
É o principal agente redentor.

Deus Espírito Santo: Conhecido também como Ruach Hakodesh, Paracletos, Consolador, etc.
O Espírito Santo é o principal agente santificador.

Em cada tarefa dessas (criação, redenção e santificação) uma das Três Pessoas foi o principal executor, mas as outras duas Pessoas também participaram de cada uma dessas três tarefas.

Como explicar a Triunidade?
Existem diversos elementos na natureza que podem ilustrar a natureza triuna de Deus.

Trevo de três folhas:

Cada uma das folhas do trevo são independentes entre si, mas todas ligadas ao trevo. São três folhas, porém um só trevo. Um trevo de três folhas é, ao mesmo tempo, três folhas independentes entre si.

Triângulo:

Tem três lados distintos, mas é um só triângulo. O triângulo equilátero tem os três lados iguais. No caso do triângulo retângulo, os dois lados menores são chamados de cateto oposto, cateto adjacente, e o lado maior de hipotenusa. Ou seja, são três lados distintos, com nomes diferentes, mas formando um só triângulo. Tire um dos lados e a figura deixará de ser um triângulo.

Água:

Esse exemplo é o mais clássico de todos. A água pode se apresentar de três estados físicos diferentes: sólido, líquido e gasoso. O sólido (gelo) é a água, o líquido é a água, e o gasoso também é a água, mas não formam três águas, e sim três formas de um mesmo elemento. Os três estados é uma só água (H2O). Assim como não cremos em três Deuses, mas em três Pessoas que são Um só Deus.

Sol:

O Sol é visto e/ou sentido de três formas diferentes. Luz (visível e invisível), Gases e Calor. Vemos e somos atingidos pela luz do sol, sentimos o calor emanado por ele, e sabemos que nele existe a formação de gases. Mas esses três fatores não são mais de um Sol, e sim três formas de se perceber a presença de um só Sol.

Assim é Deus. Pai, Filho e Espírito Santo não são mais de um Deus, mas Três Pessoas distintas que formam um único Deus, Todo-Poderoso.

Diego Rodrigo Souza
Creio No Amanhã


Canetas Ungidas da IURD

sábado, 11 de dezembro de 2010


As campanhas da Igreja Universal do Reino do Edir são muito mais criativas do que as da Igreja Mundial do Poder Valdemiriano. Eu acredito que as campanhas da IMPD são feitas pela mesma empresa que faz os comerciais do Refrigerante Dolly.

Já a IURD usa as melhores técnicas do marketing, sugestões hipnóticas e até a moderna programação neuro-linguística. Esse diferencial permite que novos produtos sejam desenvolvidos com a mais alta tecnologia neo-pentecostal disponibilizada no mercado pseudo-evangélico brasileiro.

É o caso, por exemplo, de você que sempre sonhou em passar em concurso público, e afastar de vez o medo de ser mandado embora do serviço.

Pensando justamente em quem se encontra nesta situação, os pastores da Igreja Universal de Brasília (Templo maior – Asa Sul) estão ungindo canetas esferográficas para facilitar sua entrada nas empresas do governo.

É isso mesmo, são canetas ungidas com o poder de Deus para quem deseja passar em concursos públicos.

Eu confesso que não vi algo tão criativo desde o lançamento da BIC 4 Cores, e com certeza não há outro produto com características semelhantes no mercado das esferográficas.

Tela Crente

Evolucionismo em Xeque

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010


Dois fósseis de espécies ancestrais do ser humano encontrados no Quênia estão colocando em xeque a teoria sobre a evolução do homem.

Trata-se de um osso do maxilar superior que teria sido de um representante da espécie Homo habilis e um crânio intacto, atribuído à espécie Homo erectus, descobertos na região do Vale de Turkana. 

Até agora, acreditava-se que o Homo habilis teria evoluído para o Homo erectus que, por sua vez, teria originado o Homo sapiens, a espécie humana atual. Mas os fósseis indicam que o habilis e o erectus podem ter coexistido durante um período de 500 mil anos na região do vale.

"A coexistência das duas espécies torna improvável a hipótese de o Homo erectus ter evoluído a partir do Homo habilis", diz o professor Meave Leakey, paleontologista e co-diretor do projeto de pesquisa.

Se o Homo erectus e o habilis viveram juntos na mesma área, é possível que as duas espécies tenham competido diretamente pelos mesmos recursos. Isso, porém, não é um consenso entre os cientistas. ¨O fato de o Homo erectus e habilis terem permanecido duas espécies individuais por um longo período sugere que cada um tinha seu próprio nicho ecológico, evitando, assim, uma competição direta¨, afirmou Leakey.

Para o professor Chris Stringer, chefe do departamento de origens humanas do Museu de História Natural de Londres, “aparentemente ambos faziam ferramentas a partir de pedras”.

“Mas uma possibilidade é a de que a espécie erectus, que era maior e talvez tivesse mais mobilidade, fosse composta de caçadores ativos. Enquanto o habilis deveria se dedicar a presas pequenas", disse.
Os cientistas acreditam relação ancestral-descendente entre as duas espécies não pode ser descartada totalmente.

Fred Spoor, professor de biologia desenvolvida do University College de Londres e co-autor da pesquisa, disse à BBC que "é possível que o Homo habilis tenha vivido, vamos dizer, 2,5 milhões de anos atrás. Então, em outra parte da África, longe do Vale de Turkana, uma população isolada evolui para o Homo erectus".

Depois de um período de tempo suficiente para as duas espécies desenvolverem diferentes adaptações e estilos de vida, o Homo erectus pode ter, então, encontrado o caminho do Vale de Turkana. Com nichos ecológicos separados, ambas as espécies poderiam coexistir sem uma competição direta por recursos.

"Mas esta é uma hipótese muito mais complexa", disse Spoor. "A maneira mais fácil de interpretar estes fósseis é a hipótese de que tenha existido uma espécie ancestral que originou as duas em alguma época entre dois e três milhões de anos atrás.”

BBC Brasil